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09/11/2007
Contêiner tropical

Já postei dicas valiosas vindas do ateliê de uma artista muito criativa, a Priky Zuccolo. Esta semana, ela me mostrou outras idéias, desta vez, vinda do cunhado Tóia. Pelo jeito, a criatividade é de família. Bem que poderia ser contagiosa, assim a gente teria chances de ser “contaminado”. Tóia mora numa casa em Campinas, interior de São Paulo. Eis que ele aproveitou um contêiner, aquele mesmo, usado para transporte de mercadorias, para fazer um escritório perto da piscina. Lógico que ele deu uma incrementada no caixotão: pintou, colocou portas de demolição e cobriu o topo com sapé. Voilá! Surgiu um contêiner tropical, como a Priky apelidou. Isso sim é gente que faz. Obrigada Priky e parabéns Tóia! A todos, um ótimo finde!
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08/11/2007
Guzi!

Vire e mexe, brinco com meu marido que a ignorância, às vezes, é ótima. Têm coisas que é melhor a gente não saber. O que vou contar agora é uma dessas coisas, mas que, por conta de uma matéria (ossos do ofício), eu soube e sinto-me no dever de divulgar. Sabe aquela sua escovinha de dente que fica na pia? Sim, aquela mesma que você troca no tempo certo para garantir uma boa escovação. Pois saiba que ela pode ser sua inimiga, uma vilã, no mínimo, nojenta. Explico. A cada descarga do vaso sanitário, gotículas são lançadas por todo ambiente, um spray maligno, quase invisível, que contamina tudo que vê pela frente com coliformes fecais, inclusive a tal escova. Argh! Para protegê-la, guarde-a em um lugar seguro, como dentro de um armário, por exemplo. Agora vai uma dica bacana e cheirosinha para animar o dia. Para organizar os rolos de papel higiênico, prefira guarda-los num cesto de plástico com tampa no banheiro. Aproveite e também deixe por lá os sabonetes desembrulhados. Além de ser uma dica de armazenagem, a idéia serve para deixar os papéis perfumados. Mas, como a escova, deixe o recipiente longe da privada. |
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07/11/2007
Direto da redação
Na Casa e Jardim de dezembro tem uma matéria muito bacana sobre salas decoradas para o Natal. Não é aquela coisa exagerada e óbvia, tipo Papai Noel cantante movido a pilha. São apenas toques na dose certa e em estilos diferentes. Mostra, inclusive, umas coisas que você mesmo pode fazer, como este penduricalho preso ao teto. Ele foi montado com bolas tradicionais de Natal, mas numa seleção de cores que eu, particularmente, a-do-rei. Quem mora em São Paulo pode comprar essas bolas por um preço “ótemo” no bairro do Pari, mas precisamente na loja Galpão das Flores (Av. Vautier, 707, tel. 11 3326-7102). As produtoras da revista que bateram perna por lá garantem que o lugar é mais tranqüilo e os preços são mais tentadores do que os da 25 de Março, que, diga-se de passagem, também tem lá suas oportunidades. Quem não mora na capital, sugiro que pegue o carro, o ônibus, enfim, venha pra cá e encare a sacoleira. Respire fundo, faça a conexão 25 - Pari e manda ver.
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06/11/2007
Sem medo das cores

Se tem uma aula que eu faltei foi a de combinação de cores. Admirou muito, muitíssimo, demaaais quem sabe juntar lé com cré quando o assunto são cores. Misturo tudo por instinto _ selvagem, diga-se de passagem _ , sem procurar a menor coerência. Melhor assim, pelo menos tenho uma desculpa caso meu arco-íris particular fique uma caca. Mas se você, caro leitor, sofre do mesmo mal que eu, indico um endereço imperdível, o Colour Lovers. Só eles podem nos salvar. Não precisa nem falar inglês para entender o quê combina com o quê. Eles dão de mão beijada uma série de sugestões de paletas. Com tudo ali à mostra, quem precisa de texto? Essas paletas aqui publicadas são algumas das sugestões encontradas por lá. Como sei que tem muita gente que visita o blog que está montando a casa, taí uma boa fonte de pesquisa e consulta diária. Divirtam-se! E viva a cor! Abaixo o beginho sem graça!
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05/11/2007
Compritchas on line

Infelizmente, não tenho muitas dicas de lojas fora de São Paulo onde é possível encontrar alguns objetos que publico. Aí, preparei uma listinha de lojas que vendem pela internet e que talvez possam ajudar os que moram fora da capital paulista. Vamos a elas: Cinerama – loja de tecidos, almofadas e toalhas com preços bem bons. Coisas da Doris – não dá para comprar pelo site, mas tem uma relação do que a loja vende com os preços. Se quiser adquirir algo, acredito que eles enviam pelo correio. Falem com a Doris. Aproveitem e entrem no blog dela porque lá tem outros produtos da sua loja. Desmobilia – o forte deles é o mobiliário de design assinado, mas também há objetos e luminárias. Há peças vintage, clássicos do design e até produções contemporâneas. Imaginarium – toda aquela tranqueirada das lojas da marca também podem ser adquiridas pela internê. I Stick - especialista em adesivos. Mercado Imaginário – certa vez, enquanto fazia uma matéria para Casa e Jardim, entrei em contato com a carioca que comanda esta marca e faz umas bolsas bem legais. Vale a visita. MMartan – vendem roupas de cama e banho. Sou freguesa virtual, principalmente dos lençóis, e nunca tive problemas, sempre chegou tudo direitinho e no prazo em casa. Orienta Vida – imperdível. Trata-se de uma ONG que produz coisas incríveis, como bordados, bichos de crochê, almofadas etc. Oxford – a marca tem aparelhos de jantar, copos e outras peças superbacanas, nada muito sofisticado, mas incríveis para usar em almoços e jantares informais. Tok & Stok – dispensa comentários, né?
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01/11/2007
Árvore de Natal ou genealógica?
Pediram-me alguma dica para enfeitar a árvore de Natal. Queria encontrar algo diferente do usual porque não faria sentido eu sugerir que decorassem com bolas, Papai Noel, renas, anjos, néam? Ninguém precisa de alguém para falar o óbvio. Aí, eis que a Thaís, do blog Cheiro de Mato, descolou esta idéia e mostrou para mim. Na hora já achei tudo de bom. São forminhas de biscoito decoradas com fotos de família ou com tecido. Depois, basta só amarrar uma fitinha e pendura-las na árvore. Se você acha que a dica acabou por aqui, engana-se. Quando seus familiares forem embora, você pode fazer um mimo, um agradinho e dar de presente a cada um deles o penduricalho com a respectiva foto. Bacana, né? É isso, gente! Desejo um bom feriado e voltamos a nos falar na segunda.
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30/10/2007
O espírito natalino chegou Lá em Casa
Nos últimos dias, muita gente tem escrito pedindo idéias para o Natal. Andei matutando, folheando minhas revistas e percebi que sou do tipo mais tradicional quando o tema é Natal. Não gosto de nada muito inovador e sou cricri graças a minha mãe Yara e minha irmã mais velha, a Silvana. Vocês não sabem do que elas são capazes. Um exemplo? As duas nunca colocam os presentes embaixo da árvore com a embalagem da loja. Sempre embrulham um a um, padronizando papéis e fitas, tudo muito combinadinho. Luxo! Resumo: peguei a mania e acho que a árvore tem que ser assim, senão fica uma zona. E por falar em embrulho, olha que tuuuudo isso aqui. Quando forem embalar seus presentes de fim de ano, prendam com fita dupla face uma imagem impressa de quem vai receber o presente ou, se preferirem, de quem vai dar também. Tem que ser caprichoso para não ficar mal feito. Imaginem só o efeito sob a árvore.... Tudo, né honey? Amanhã, mando mais uma de Natal, tá? Ah! Uma propaganda básica: Na Casa e Jardim de novembro vai ter uma matéria sobre salas arrumadas para as festas de final de ano. Tem umas dicas bem boas lá. Vale a pena ver.
Mudando de assunto...
Escrevi um comentário no post de ontem, mas como acredito que nem todos o leiam, preferi repetir a dose. Estou muito contente com a repercussão do blog e, principalmente, com as participações através dos comentários. Tenho aprendido muitas coisas bacanas com vocês também. Para mim, o blog que dá certo é aquele que não é feito só por quem escreve, mas também pelos que o lêem. Já me sinto amiga de muitos que passam por aqui todos os dias. É como se realmente nos conhecêssemos. Nem sempre consigo atender todos os pedidos, mas não me esqueço deles. Quando rolar uma boa idéia, tasco no blog. Prometo. Beijos e até quarta!
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29/10/2007
Presente para toda vida
Neste final de semana, meu marido Istvan fez aniversário. Ele quis ganhar roupa. Dei, claro, mas, para ser sincera, acho muito chato presentear com roupa. Prefiro comprar e ganhar coisas para casa, mas também entendo que não teria o menor cabimento dar a ele um vaso, por exemplo. Na verdade, o que eu acho mais bacana mesmo é fazer um presente personalizado para dar às pessoas que mais amamos, seja marido, filho, amigo. Ano passado, as amigas da minha irmã Valéria fizeram um amigo secreto diferente, onde elas mesmas tinham que produzir os presentes. Cada uma fez o que sabia: bordado, bijuteria... Se alguém quiser fazer “a” lembrança para alguém querido, sugiro uma caixa como estas daqui. Dentro você pode fazer uma montagem com fotos, ingressos, cartões-postais, uma página do passaporte (já vencido, né?), sei lá, coisas que tenham a ver com a pessoa em questão. Imaginem só a cara do presenteado ao ver o que mais gosta representado num simples caixinha. Tenho certeza que nenhum outro presente chegará aos pés. Será uma lembrança para toda a vida.
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26/10/2007
Nossas relíquias

Por conta da Casa e Jardim e do blog, vivo folheando revistas internacionais de decoração, o que, cá entre nós, não é nenhum sacrifício – esses são meus deliciosos ossos do ofício. De um tempo para cá, tenho visto uma coisa muito curiosa: objetos ou até flores artificiais colocados dentro de redomas de vidro. As pessoas parecem proteger suas peças favoritas como se fossem jóias. Não pelo valor material, mas sentimental. Tem até uma foto (veja acima), que mostra robôs dentro das tais mangas (este é outro nome para redoma). Se você tem algum objeto de estimação que gostaria de valorizar, ou melhor, reverenciar, taí uma idéia. Reparem nas imagens e vejam se alguma os inspira. Eu penso em fazer isso com meus santos de devoção. Também acho que ficaria legal para miniaturas de cadeiras, por exemplo. E você, tem alguma sugestão?
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Simone Quintas
está mais caseira do que nunca. Há 11 anos em Casa e Jardim, a editora pesquisa o setor, acompanha as novidades, sabe de tudo em decoração. Tem um olhar arrojado e bem-humorado. Mas está curtindo mesmo é sua casa, que, ela acha, nunca ficará pronta - "se ficar, é porque já está na hora de eu me mudar".
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