23/11/2007
De ponta-cabeça

Achei supercurioso - e confesso que na hora não entendi muito bem -, o comentário num post antigo, da Nani, que sugeriu armar a árvore de Natal de cabeça para baixo, presa no teto. Foi a forma que ela encontrou para deixar os enfeites a salvo da filhinha pequena. Nunca tinha ouvido falar nisso. Minha irmã Valéria leu este comentário e pelo jeito também ficou com isso na cabeça. Não é que ela encontrou uma árvore de ponta-cabeça montada na loja Madame Frufru (tel. 13 3234-2780), em Santos! Como uma boa irmã de jornalista, mais do que prontamente ela me ligou, avisou do achado e voltou lá só para tirar esta foto. Agora sim, dá para entender a idéia. A árvore não é só anticriança, mas anticachorro e anticasa pequena. Se você não tem lugar no chão para armar a sua, use o teto, ué? Nani, muito obrigada pela dica. É realmente sensacional. Aproveito para também agradecer a minha irmã querida por mais esta contribuição ao Lá em Casa.

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22/11/2007
Mais uma de guirlanda























Aqueles brinquedinhos que vêm no Mc Lanche Feliz são uma tentação. A comida é trash e calórica, eu sei, mas nada que o vídeo em VHS com aulas de ginástica da Jane Fonda não resolva. Você só precisa se propor a vestir colan, polainas, testeira e malhar no melhor estilo anos 80. Adoro! Desculpa, gente, tive um momento Flashdance básico e incontrolável. Voltando ao tema... O problema é o que fazer com os brinquedinhos que a gente ou nossos filhos acumulam. Minha irmã Valéria, mãe da Julia e do Henrique, tratou de dar um jeito em pelo menos uma das coleções – a de cachorrinhos – da sua dupla dinâmica. Ela a aproveitou para decorar esta guirlanda. Ela deu uma utilidade para a coleção das crianças, que aprovaram a criação, e de quebra ganhou uma guirlanda muito fofa. Alguém também compra Mc Lanche Feliz por causa dos brindes? Qual deles usaria para montar uma guirlanda? Por hoje é só. Como diz meu amigo Nelson: um beijo e me liga!

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21/11/2007
Guirlandas para ver e comer

Durante anos, todo finalzinho de novembro, começo de dezembro, a Flávia Ferraz, que trabalhou na Casa e Jardim, trazia para a redação uma guirlanda deliciosa feita pela mãe com bombons Sonho de Valsa. A gente ia a loucura! Pena que quando o Natal chegava, a guirlanda já havia desaparecido, devorada pela equipe. Hoje, a Flávia mora em Brasília com a mãe, acho que foi atraída pelas guirlandas de bombons, mas ela marcou época aqui na redação. Tenho certeza de que todos se lembram dela com carinho e dos ‘natais doces’ que nos proporcionou. Aliás, a guirlanda da mãe dela era uma ótima dica. Não sei bem como ela fazia, só sei que amarrava bombom por bombom em um círculo. Se alguém souber como fazê-la, ensina pra gente aqui no blog. Enquanto a explicação não vem, sugiro estas daqui, tiradas da última edição da Marie Claire Idées. O círculo é feito com várias voltas de arame e decorado com flores de veludo (pode ser de feltro) e passarinhos. A foto é bem clara, dispensando grandes explicações. Do jeitinho que a gente gosta: bonito e simples de fazer. Beijos e até amanhã!

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20/11/2007
Pavio longo para curtir melhor
























Acho que já disse isso aqui no blog, mas adoro velas. Mesmo que eu não vá receber visitas, gosto de criar um climão só para mim. Já escutei uns papos de que não é bom acendê-las em casa, não sei muito bem o motivo, mas realmente não acredito nisso. Não hesito em tacar fogo numa para rezar por alguém, iluminar um jantar ou a casa. Quando tenho, ou melhor, quando tinha tempo, adorava colocar uma música boa, acender umas velinhas, aromatizar o ar com incensos ou borrifadores, deitar-me no sofá e simplesmente fechar os olhos Viajava para longe, muito longe... Dito isso, chega a hora de voltar para a realidade e explicar esta foto que escolhi. Além das velinhas iluminando a porta de entrada e os degraus da escada, gostei do uso daquele cachepô de zinco, lá no fundo, perto da imagem do santo. É um cachepô normal, daqueles que a gente encontra de montão por aí. Nele, foi colocado areia para espetar as velas. Gostei da sugestão principalmente para usar em um cantinho esotérico no chão. Bem, eu revelei um “momento monange” meu com as velas. Agora, contem-me suas histórias – espero que tenham – para eu não me sentir uma louca: a looouca das velas.

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16/11/2007
Belisquetes em taças

Meu aniversário está chegando. E, como boa sagitariana, acho que não vou conseguir passar sem uma festinha, ainda que pequena. Meu prazer é pensar como fazer com que coisas simples fiquem bonitas e diferentes, já que não pretendo investir dinheiro nisso. Servir amendoim, cenourinhas, suspiros e coisas do gênero é sempre uma opção econômica, mas pode parecer coisa de festa de adolescente. Folheando as minhas queridas revistas, encontrei esta sugestão: dispor os belisquetes em taças de diferentes modelos e tamanhos e reuni-las numa bandeja. Dá para fazer isso em vários cantos da sala. Com as taças e bandejas certas, o visual fica mais sofisticados do que espalhar cumbuquinhas com amendoins pelas mesas. Como as festividades de final de ano estão aí, a dica pode ser aproveitada por todos num encontro de amigo secreto, Natal, Ano Novo ou aniversário, como o meu.

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14/11/2007
Cansou da cadeira?

Sei que capas para sofá não são uma unanimidade. E eu até entendo. Quando mal feitas, deixam o sofá péssimo, mau vestido e, às vezes, escondem seu belo desenho. Por outro lado, não dá para negar a praticidade. Eu, Simone Quintas, mãe de um menino de 1 ano, acabo de me render a uma delas. Quem tem criança em casa, sabe que não tem jeito. Por mais que a gente repita não, não, nãããão um milhão de vezes, o inevitável acontece. A pessoa regurgita, baba, vira o copo, deixa cair o pão com o requeijão virado para o tecido... Um show de horror. Quando você se dá conta, não tem camurça, chenile ou sarja que agüente. Isso tudo para justificar que vou encomendar sim uma capa para meu sofá. Ainda estou em dúvida se banco a tradicional e faço uma lisa ou se piro e escolho um tecido listrado combinando com outro florido para o assento e o encosto. Mas que vou encarar uma capa, eu vou. Aí, eis que me deparo com esta cadeira na revista francesa Marie Claire Idées. Nunca havia pensado em “vestir” uma cadeira também e gostei da idéia. É um jeito diferente de remoçar (adoro esta palavra!) uma cadeira já meio caída e mais barato do que comprar outra. Agora, acredito que seja melhor eleger um tecido estampado, como na foto. Um liso poderia dar uma idéia de casa fantasma, sabe aquelas salas abandonadas com móveis cobertos por lençóis? Taí, um tubinho básico para deixar suas cadeiras sempre na moda. Prometo que seu eu optar pela ousadia na capa do meu sofá, fotografo e publico no blog, mesmo que não fique bom. Neste caso, darei a dica do que não fazer em casa. É isso, meus amigos!

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13/11/2007
A caixa virou vaso

Mais uma contribuição da
Priky Zuccolo para o Lá em Casa. Muitas pessoas, principalmente executivos, ganham garrafas de uísque no final do ano de presente. Têm umas, segundo ela, que são cilíndricas e de um papelão mais rígido. Como são bacanas e boas, dá pena de jogá-las fora. E é aí que entra a idéia da Priky. Ela fez umas colagens na caixa que ela tinha em casa para criar um vaso. Nele, colocou flores e folhas secas. Para usar flores naturais sem danificar a peça, basta encaixar uma garrafa PET de água dentro dela. Simples assim. Dependendo das colagens que você fizer, o vaso vai ter um estilo. Sugiro o uso de histórias em quadrinhos, textos de jornais importados, retalhos de tecidos... Alguém tem mais uma sugestão de como estampa-lo?

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12/11/2007
Tchau, tchau estampa oriental!








































Sabe aquelas coisas que você cobiça, mas fica adiando pra comprar porque acha que é supérfluo e que pode esperar um pouquinho mais? Tenho certeza que muita gente tem um sonho desses de consumo, que parece nunca se realizar. E nem sempre tem a ver com dinheiro. Às vezes, nem caro é, mas a gente joga pra frente sabe lá por qual motivo. Esse tecido aí da foto era um dos meus sonhos. Era mesmo porque o mais inesperado aconteceu. A loja que o vendia, a Formatex, simplesmente fechou, acabando com minhas chances de tê-lo. A arquiteta Naomi Abe foi mais esperta. Ela não só comprou o bendito como o usou de um jeito muito bacana. Ela confeccionou uma cortina para a bancada da pia. Tudo bem que cortininha na cozinha não é nenhuma novidade. Mas, pra mim, usar esta estampa foi inédito. Sempre imagino xadrezes, listrados e chitão para este fim. A idéia de colocar uma estampa oriental me parece totalmente nova. E eu adorei! Deu um ar sofisticado, mesmo sendo, claramente, uma opção mais barata às portas e gavetas. Naomi: arrasou!

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Simone Quintas
está mais caseira do que nunca. Há 11 anos em Casa e Jardim, a editora pesquisa o setor, acompanha as novidades, sabe de tudo em decoração. Tem um olhar arrojado e bem-humorado. Mas está curtindo mesmo é sua casa, que, ela acha, nunca ficará pronta - "se ficar, é porque já está na hora de eu me mudar".




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